A prisão dos sentidos

Veja os vitrais multiplexos
As cores dispersas
As velas acesas
Brilhando, fulgindo

Ouça as vozes pulsantes
O vento errante
As notas harmônicas
Soando, fluindo

Cheire o lírio do campo
Os livros da estante
O ar desse instante
Cercando, fugindo

Entre no caleidoscópio
Se embriagando
Em vã fantasia
Chorando, sorrindo

Chame de realidade
E viva sonhando
Em coma profundo
Amando, sentindo

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